sexta-feira, 30 de abril de 2010

Chamadas de Trabalhos - SBPjor 2010

CHAMADA DE TRABALHOS


VIII Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo


Tema: “Desafios da pesquisa em jornalismo: Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade”

São Luís, Maranhão, Brasil - 8 a 10 de novembro de 2010

Promoção: SBPJor (Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo)

Realização: Universidade Federal do Maranhão



1. Modalidades de apresentação:

Os trabalhos poderão ser encaminhados na forma de Comunicações Livres ou Comunicações Coordenadas.


2. Comunicações Livres:

O autor deve encaminhar o texto completo, que deve conter de 20 mil a 35 mil caracteres (com espaço), já inclusas as referências bibliográficas e notas de rodapé. São obrigatórios os seguintes itens: título, resumo de até 10 linhas, 5 palavras-chave, resumo do currículo do autor em até 3 linhas (incluindo sua vinculação institucional). O texto deve ser redigido em fonte Times New Roman, corpo 12, entrelinhamento 1,5. Citações recuadas devem ser redigidas em corpo 10, espaço simples.

O autor deve redigir seu texto utilizando o modelo elaborado para o encontro. O modelo está disponível para download na página da SBPJor.

O tamanho total do arquivo não deve exceder 2 Mb (dois megabytes).


3. Comunicações Coordenadas:

As Comunicações Coordenadas poderão ser propostas por associados plenos (doutores) da SBPJor. Cada Coordenada deve ter de quatro a seis trabalhos, com pelo menos três autores doutores de diferentes instituições. O proponente deverá ser um dos autores. São obrigatórios os seguintes itens: título da Comunicação Coordenada, ementa que sintetize e justifique a proposta da Comunicação Coordenada (10 a 15 linhas), 5 palavras-chave. Todos os textos que compõem a Comunicação Coordenada deverão ser encaminhados completos, seguindo as mesmas regras estabelecidas para as Comunicações Livres no item 2 (incluindo resumo, palavras-chave e currículo resumido do autor).


4. Prazo e forma de encaminhamento:

Os trabalhos serão recebidos de 01 de junho a 15 de julho de 2010, através da página http://www.sbpjor.org.br/artigos2010/. Não é necessário pagar inscrição para submeter trabalhos, apenas para apresentá-los, se aprovados, no encontro.

5. Seleção:

As Comunicações Livres que estiverem adequadas às regras estabelecidas no item 2 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois pareceristas indicados pela Diretoria Científica entre os associados plenos (doutores) da SBPJor. Serão consideradas aprovadas as comunicações que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro parecerista ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica. Trabalhos que estiverem fora do tamanho e/ou não cumprirem os itens obrigatórios não serão submetidos a avaliação.

As Comunicações Coordenadas que estiverem adequadas às regras estabelecidas nos itens 2 e 3 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois membros do Conselho Científico da SBPJor ou da Diretoria Executiva da entidade. Serão aprovadas as comunicações que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro membro do Conselho Científico ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica. A proposta de Coordenada poderá ser aprovada no todo ou em parte, havendo possibilidade de recusa individual. Se os trabalhos não forem aprovados como Coordenada, mas o forem individualmente, serão automaticamente distribuídos entre as Comunicações Livres.
Todos os trabalhos serão enviados aos avaliadores sem identificação de autoria, gerando “pareceres cegos”.


6. Critérios de avaliação:

O trabalho será avaliado sob os seguintes critérios gerais: pertinência ao campo da pesquisa em jornalismo, relevância científica, explicitação do problema ou objetivo, adequação e atualização da bibliografia, qualidade da reflexão teórica, explicitação e consistência da metodologia (quando pertinente), domínio da linguagem científica, adequação do título e das palavras-chave ao objeto de estudo.


7. Observações:

7.1. Os trabalhos necessariamente devem ser inéditos. Por inéditos, compreendem-se textos que não foram publicados ou divulgados em qualquer tipo de suporte, nem apresentados em outros congressos científicos. O autor que descumprir esta regra, e por ventura tiver seu trabalho selecionado e incluído nos anais do 8º. Encontro, ficará automaticamente impedido de apresentar trabalho no 9º.Encontro da SBPJor.

7.2. Cada autor só pode submeter um trabalho, em autoria única ou co-autoria. Não é permitido ao mesmo autor participar simultaneamente de uma Comunicação Coordenada e de uma Comunicação Livre, mesmo em co-autoria.

7.3. Trabalhos de graduandos só serão aceitos em regime de co-autoria com com pesquisadores que tenham, no mínimo, título de mestre.


8. Resultados:

Os resultados da seleção serão comunicados aos autores das Comunicações Livres e aos proponentes das Comunicações Coordenadas até 5 de setembro de 2010. Os trabalhos serão aprovados ou recusados, não havendo aceite condicionado a reformulações.


9. Inclusão nos anais:

Só será incluído nos anais o trabalho do autor que efetivar sua inscrição no congresso até o dia 10 de outubro de 2010.


Os membros da SBPJor solicitam ampla divulgação.

Atenciosamente,

Claudia Quadros
Diretora Científica da SBPJor

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Ferramentas digitais para jornalistas

Confiram o livro "Ferramentas digitais para jornalistas", de Sandra Crucianelli. Editado pela Knight Center, a obra traz dicas para o dia-a-dia de uma redação on-line.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

I Congresso de Ciberjornalismo - 2009

O I Congreso Internacional de Ciberperiodismo, que termina hoje, discutiu o jornalismo e a sua convergência. A participação do público foi a principal preocupação dos pesquisadores que apresentaram trabalhos no referido congresso.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Prêmio SBPJor pesquisa em jornalismo

Restam apenas sete dias para o final do prazo de inscrição para a quarta edição do Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em Jornalismo. A premiação é concedida pela Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e é voltada a trabalhos que tenham sido elaborados durante o ano de 2008.

São três categorias: Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado. Uma quarta categoria (Sênior) é atribuída a pesquisadores com reconhecida trajetória no campo do Jornalismo.

O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da SBPJor, e os trabalhos devem ser enviados para o email premiosbpjor@ yahoo.com. br Entre as novidades deste ano está a composição das comissões avaliadoras por três membros, e a possibilidade de envio de trabalhos de iniciação científica em co-autoria.

Os resultados têm anúncio previsto para 6 de outubro. Os vencedores de cada categoria e seus respectivos orientadores recebem seus diplomas de mérito durante o 7º Encontro Nacional de Pesquisadores de Jornalismo, em novembro em São Paulo.

Mais informações: http://www.sbpjor. org.br/sbpjor/ ?page_id= 421

Reforçando: inscrições no PAGF 2009 até 10 de agosto!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Sangue Novo - Talentos da UTP


As minhas orientandas, que já tinham vencido outros prêmios com este trabalho, vibraram com o empate. A foto foi enviada pelo Sindicato dos Jornalistas do Paraná.

PROJETO JORNALÍSTICO PARA INTERNET
1º lugar: Expresso Curitiba: um blog jornalístico para mostrar uma Curitiba além do tradicional
Carolina Evangelista Correia da Costa e Claudia Gomes Barreto
UTP – 4º ano
Profª. Claudia Irene Quadros
1º lugar: ParanáCine
Daniele Rodrigues, Kamila Rutkosky e Izabela Andrade
UTP – 4º ano
Profª. Claudia Irene Quadros

Sangue Novo - Festa da UTP


Da esquerda para a direita, a estudante Heloisa Mainardi, a professora Ana Maria Melech, a professora Sandra Nodari, a professora Claudia Quadros, e os alunos Elizeu Porcides e Carolina Leal. O professor Giovani Santos, que também orientou um trabalho vencedor no Sangue Novo,tirou esta foto para marcar a nossa festa no final do Sangue Novo 2009.

Sangue Novo 2009 - Prêmios da UTP

Alunos e professores da UTP comemoraram o resultado do 14º. Sangue Novo, prêmio concedido pelo Sindicato dos Jornalistas do Paraná aos melhores trabalhos acadêmicos realizados durante o ano de 2008.

Na categoria Projeto Jornalístico para Internet, o primeiro lugar foi dividido. As duas equipes vencedoras são da UTP. Os dois trabalhos foram orientados por Claudia Quadros, professora do curso de Jornalismo e do Programa de Mestrado em Comunicação e Linguagens da Tuiuti. Na categoria Reportagem para a Televisão, a UTP ficou com o segundo lugar, com a reportagem Talício Sirino, um lutador, elaborada pelo aluno Carlos Henrique de Oliveira do quarto ano, orientado por Claudia Quadros e com o terceiro lugar, com o projeto Desigualdades sociais Norte-Sul de Curitiba elaborado pelos acadêmicos André Kron Marques Zapani e Diego Prestes, orientados pela professora Sandra Nodari. Em fotojornalismo, Sandro Mesquita conquistou o terceiro lugar.

Na categoria Telejornal Laboratório, o Tuiuti Vê Curitiba, produzido pela professora Sandra Nodari junto com os alunos de Rádio e TV Marcela Goellner, Guilherme Chalegre e Bruno Mocelin; de Jornalismo, Elias Falarz, Layra Olsen, Thaíse Graciano, Ana Paula Coelho, Eliseu Porcides e Lucas Cabañas e de Publicidade e Propaganda, Andressa "Xuxu" Lamim, dos segundo, terceiro e quarto anos, conquistou o terceiro lugar.

Para a professora Claudia Quadros o vencedor O Expresso Curitiba: Um blog jornalístico para mostrar uma Curitiba além do tradicional, “é a prova que é possível fazer jornalismo com criatividade e qualidade sem muitos recursos.” Já no projeto ParanáCine, “as autoras exploram as potencialidades da memória (base de dados), uma das características do jornalismo digital, para revistar o passado e apresentar um futuro promissor para o cinema paranaense”, diz Claudia.

“A concorrência foi grande, por isso parabenizo nossos alunos e professores vitoriosos”,
destaca Fábio Feltrin, coordenador do curso de Comunicação Social da UTP. O prêmio, organizado pelo Sindicato dos Jornalistas do Paraná, visa reconhecer a produção acadêmica do estado. “O nosso projeto pedagógico já prevê esse trabalho de incentivo e a cada ano, tentamos fazer com que ele cresça ainda mais.”


PROJETO JORNALÍSTICO PARA INTERNET
1º lugar: Expresso Curitiba: um blog jornalístico para mostrar uma Curitiba além do tradicional
Carolina Evangelista Correia da Costa e Claudia Gomes Barreto
UTP – 4º ano
Profª. Claudia Irene Quadros
1º lugar: ParanáCine
Daniele Rodrigues, Kamila Rutkosky e Izabela Andrade
UTP – 4º ano
Profª. Claudia Irene Quadros

REPORTAGEM PARA TELEVISÃO
2º lugar: Talício Sirino, um lutador
Carlos Henrique de Oliveira
UTP - 4º ano
Profª. Claudia Quadros
3º lugar: Desigualdades sociais Norte-Sul de Curitiba
André Kron Marques Zapani, Diego Prestes
UTP – 3º ano
Profª. Sandra Nodari

FOTOJORNALISMO
3º lugar: Invasão no Fazendinha
Sandro Mesquita
UTP – 2º ano
Prof. Giovane Francisco Santos

TELEJORNAL LABORATÓRIO
3º lugar: Tuiuti Vê Curitiba
UTP – 2º, 3º e 4º anos
Profª. Sandra Nodari

via assessoria da UTP

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Infografia no Jornalismo



Tattiana Texeira, professora da UFSC,está ministrando uma disciplina optativa sobre "A Infografia na convergência de meios" no Programa de Mestrado em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná.

A sua disciplina faz parte da missão de estudo previsto no Projeto Procad/Capes sobre o Ensino do Jornalismo na Convergência de Meios. Integram este projeto professores de quatro instituições: Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), Universidade de São Paulo (USP).

A professora Tatiana Teixeira destaca que é importante a academia preparar o para o mercado de trabalho. A maioria dos cursos do Brasil não oferece uma disciplina específica sobre infografia jornalística.

A professora também conta sobre a experiência do Nupejoc, grupo de pesquisa que coordena na Universidade Federal de Santa Catarina. Os estudantes de jornalismo interagem com alunos de design para elaborar um infográfico jornalístico.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

PROCAD - Professora da UFSC visita o MCL - UTP

A professora e pesquisadora, Dra Tattiana Teixeira (UFSC) está em visita ao MCL-UTP por conta das atividades do Projeto Procad/CAPES essa semana. Segue a agenda.


Dia 13 (quarta-feira)

Manhã

9h30 Apresentação da instituição

10h Reunião com membros PROCAD



Tarde

17 horas Banca de qualificação no MCL



Noite

19 horas

Entrevista coletiva:

Alunos do curso de jornalismo entrevistam

a professora Tattiana Teixeira (UFSC).



14 (quinta-feira)

Manhã e Tarde

Disciplina optativa no MCL - A infografia na convergência de meios

Tattiana Teixeira



15 (sexta-feira)

PROCAD

Abaixo a ementa e o programa da disciplina

UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ

MESTRADO EM COMUNICAÇÃO E LINGUAGENS
Disciplina: Infografia na convergência de meios
Professor(a) responsável :Dra. Tattiana Teixeira
e-mail:
tattianat@gmail.com



As aulas serão pela manhã (das 8 às 12) e (das 14 às 18).

Os membros do Jor XXI devem assistir a disciplina por conta do Procad, projeto desenvolvido em parceria com a UFSC, UFBA, ECA/USP com o apoio da Capes. Os professores e os alunos que fazem parte do PROCAD também estão convidados, pois é uma boa oportunidade para avançarmos no projeto de pesquisa.



Créditos: 1
Carga Horária: 10 horas
Ano: 2009 Semestre: 1o

EMENTA
Conceito e história da infografia jornalística. A infografia como gênero jornalístico. A infografia na contemporaneidade. A infografia em ambientes digitais e suas características.

PROGRAMA
- O que é infografia jornalística: os conceitos e as peculiaridades em diferentes suportes (impresso e web);
- A presença da infografia no jornalismo brasileiro: um histórico a partir dos anos 80;
- Análise de proposta tipológica para compreender a infografia jornalística;
- A infografia e o jornalismo digital em tempos de convergência
- O futuro da infografia

METODOLOGIA
Aula expositiva.

OBJETIVOS
1. Discutir a infografia jornalística, a partir de sua história, analisando suas principais características;
2. Proporcionar a compreensão da infografia contemporânea na chamada "era da convergência".

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LIVROS
BRIGGS, Asa & BURKE, Peter. Uma história social da mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006.
BURKE, Peter. Uma história social do conhecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.
CAIRO, Alberto. Infografia 2.0 – visualización interactiva de información en prensa. Madrid: Alamut, 2008.
DE PABLOS, José Manuel. Infoperiodismo. El Periodista como Creador de Infografia. Madrid, Editorial Síntesis, 1999.
JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, 2008.
KOLODZY, Janet. Convergence Journalism. Maryland: Rowman & Littlefield Publishers, 2006.
MORAES, Ary. Infografia – o design da notícia. 1998. 173 f. Dissertação (Mestrado em Design). Departamento de Artes. Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro.
PELTZER, Gonzalo. Jornalismo Iconográfico. Lisboa: Planeta, 1991.
QUINN, Stephen. Convergent journalism – the Fundamentals of multimedia reporting. New York: Peter Lang, 2005.
RIBEIRO, Susana Almeida. Infografia de imprensa. Coimbra: Minerva, 2008.
SANCHO, José Luis Valero. La Infografia: Técnicas, Análisis y Usos Periodísticos. Barcelona: Universitat Autònoma de Barcelona, 2001.

ARTIGOS
ERREA, Javier. "Por qué la infografia salvará a los diarios". In: PEREZ, Álvaro e GIL, Ana (eds.). 15 Premios Internacionales de Infografía Malofiej, Pamplona: SND-E/Universidad de Navarra, 2008, pp. 56-71.

ERREA, Javier. "El futuro de la infografia después de la guerra". In: Revista Update, enero de2004.Disponível em:
http://www.snd-e.org/revista/infografia.html. Acessado em: 15 de maio de 2005.
TEIXEIRA, Tattiana. "A presença da infografia no jornalismo brasileiro . proposta de tipologia e classificação como gênero jornalístico a partir de um estudo de caso". In: Revista Fronteiras, IX(2): 111-120, mai/ago 2007. Disponível em:
http://www.unisinos.br/arte/files/111a120_art04_teixeira.pdf . Acessado em: 22 de novembro de 2007.
TEIXEIRA, Tattiana. Que beleza ! O infográfico e o jornalismo informativo. In: FELIPPI, Ângela; PICCININ, Fabiana; SOSTER, Demétrio de Azeredo. (orgs) Edição de imagens em jornalismo. Santa Cruz do Sul: Edunis, 2008.
TEIXEIRA, Tattiana e RINALDI, Mayara. Promessas para o futuro: as características do infográfico no ciberjornalismo a partir de um estudo exploratório. Trabalho apresentado no 6º. Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, UMESP/São Bernardo do Campo, novembro de 2008.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

10 coisas

... que cada jornalista deveria saber em 2009:

Estou sem paciência para traduzir os 10 tópicos que puxei lá do Journalism.co.uk mas acredito que as dicas valem tanto para iniciantes quanto para mais experientes no jornalismo digital:

1. How to use Twitter to build communities, cover your beat, instigate and engage in conversations.

2. How to use RSS feeds to gather news and manage them using filtering techniques (basic or advanced).

3. That there is a difference between link journalism and ‘cut and paste’ journalism (aka plagiarism).

4. That your readers are smarter than you think. In fact, many are smarter than you - they know more than you do.

5. That churnalism is much easier to spot online. If you do this regularly, your readers are already on to you - merely re-writing press releases without bringing anything to the table no longer cuts it.

6. Google is your friend. But if you are not using advanced search techniques, you really have no idea what it is capable of.

7. You do not have to own, or even host, the technology to innovate in journalism and engage your readers. There is a plethora of free or cheap tools available online, so there is no excuse for not experimenting with them.

8. Multimedia for multimedia’s sake rarely works, and is often embarrassing. If you are going to do it, either do it well enough so it works as a standalone item or do it to complement your written coverage - for example, add a link to the full sound file of your interview with someone in your article, or a link to the video of someone’s entire speech at an event. The latter will enhance the transparency of your journalism too. Great tips and resources here and some useful tips on doing video on a budget.

9. How to write search engine friendly journalism. Old school thinking about headline writing, story structure etc no longer applies online and there is also more to learn about tagging, linking and categorisation. Sub-editors (if you still have them), editors and reporters all need to know how to do this stuff.

10. Learn more about privacy. You can find a lot of information about people online, especially via social networking sites, but think carefully about the consequences. And bear in mind that it cuts both ways, if you do not do it carefully, your online research could compromise your sources.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Guia Prático para a Nova Ortografia


As mudanças ortográficas já estão em vigor. A editora Melhoramentos disponibiliza uma versão gratuita do Guia Prático para a Nova Ortografia (pdf).

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Escrever na web


O livro "Cómo escribir para la web!" está disponível em pdf. O autor é Guillermo Franco. Editado pela Knight Center for Journalism in the Americas, o livro discute diversos pontos apresentados na aula de jornalismo digital. Vale conferir.

sábado, 18 de outubro de 2008

Um panorama da mídia iberoamericana


Medios de Comunicación - El escenario Iberoamericano (pdf), coordenado pelo professor Bernardo Diaz Nosty, está disponível na Internet. O informe tem a participação de vários pesquisadores da América Latina, Portugal e Espanha.

O informe tem 421 páginas e destaca vários assuntos relevantes, como modelos midiáticos, convergência cultural e dos meios, meios e democracia, novos cenários e mídias.É leitura indispensável para pesquisadores em comunicação.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Media On 2008 - 2o. Seminário Internacional de Jornalismo Online

Divulgando um evento que parece interessante

O MediaOn, seminário internacional de jornalismo online, realiza a sua segunda edição entre os dias 9, 10 e 11 de setembro de 2008 para debater expansão das redes sociais na internet e as coberturas na web das campanhas eleitorais norte-americana e brasileira.

Previsto para ocorrer na sede do Itaú Cultural, em São Paulo, o MediaOn terá as participações internacionais do videojornalista Michael Rosenblum, fundador da New York Times TV; Lila King, produtora sênior da CNN.com; António Granado, professor de jornalismo da Universidade Nova de Lisboa e editor do site Público; Giles Wilson, editor de blogs da BBC e Miguel Almaguer, repórter especial da NBC, entre outros.

O evento, que será co-realizado pelo Terra e Itaú Cultural, contará também com a participação de representantes de diversos meios de comunicação do Brasil, da produção cultural e do mundo acadêmico. São eles:

  • Aleksandra Zakartchouk, Diretora de Comunicação da Gatacine
  • Alon Feuerwerker, Editor de Política do Correio Brasiliense
  • Andrea Fornes, Produtora Executiva do MSN Brasil
  • Bob Fernandes, Editor-chefe do Terra Magazine
  • Caique Severo, Diretor de Conteúdo do IG
  • Carlos Eduardo Lins da Silva, Ombudsman da Folha de S. Paulo
  • Edward Pimenta, Editor de Treinamento Editorial da Abril
  • Emerson Calegaretti, Diretor do MySpace Brasil
  • Fábio Malini, Professor de Jornalismo da Universidade Federal do Espírito Santo
  • Francisco Mendes, Correspondente em Washington do Grupo bandeirantes de Rádio
  • Josias de Souza, Blogueiro do UOL e Colunista da Folha de São Paulo
  • Marcelo Tas, Apresentador e Blogueiro da TV Bandeirantes e do UOL
  • Márcia Menezes, Editora-chefe do G1
  • Marco Chiaretti, Diretor de Conteúdo digital do Estado de São Paulo e Limão
  • Maurício Stycer, Repórter Especial do IG
  • Ricardo Anderáos, Diretor do Metro Internacional, Blogueiro e Colunista de Tecnologia da Band News FM
  • Rodrigo Tavares, Cineasta e Diretor da Gatacine
  • Sérgio Gwercman, Redator-chefe da Super Interessante

O MediaOn conta ainda com o apoio da BBC Brasil e da CNN.com.

Os interessados podem inscrever-se gratuitamente pelo site www.mediaon.com.br, a partir do dia 25 de agosto. As vagas são limitadas. O evento terá transmissão online ao vivo pelo portal Terra. A participação do público poderá se dar por meio de perguntas vindas da platéia ou enviadas pela internet, durante a transmissão online.

Itaú Cultural
Av. Paulista, 149 São Paulo SP
[estação brigadeiro do metrô]
fone 11 2168 1700
fax 11 2168 1775

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Textos de Axel Bruns



Para quem está interessado nos estudos de Axel Bruns, seguem os três títulos do autor:


1) Blogs, Wikipedia, Second Life and Beyond: From Production to Produsage (2008)


2)Gatewatching: Collaborative Online News Production (2005)


3) Uses of Blogs com Joanne Jacobs (2006)


No Blog do autor, o Snurblog, há vários artigos dele. A maioria está disponibilizada em formato pdf.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Entrevista com Derrick deKerckhove por Vinicius Pereira

Derrick deKerckhove é Professor do Departamento de Letras da Universidade de Toronto(Canadá) e Diretor do McLuhan Program in Culture and Technology/Universidade de Toronto. Trabalhou por mais de dez anos diretamente com Marshall McLuhan, como, co-autor, tradutor e assistente. É considerado um dos principais herdeiros intelectuais de McLuhan, tendo avançado suas pesquisas sobre mídias em torno das novas tecnologias de comunicação. Na Universidade de Toronto, leciona há anos a disciplina "Media, Mind and Society" (Mídia, Mente e Sociedade), onde discute os impactos e efeitos das novas tecnologias de informação nas práticas comunicacionais, cognitivas e culturais contemporâenas. É autor de inúmeros livros, dentre os quais "Brainframes: Technology, Mind and Business"(Bosch&Keuning, 1991), "The Skin of Culture"(Somerville Press, 1995), "Connected Intelligence" (Somerville, 1997), "The Architecture of Intelligence"(2000), dentre outros.

Entrevista com Derrick deKerckhove, feita por Vinícius Andrade Pereira, professor do PPGC-UERJ e da ESPM, para O Globo. 21/08/2008

- Vamos começar considerando o impacto das novas tecnologias nos modos como os jovens estão consumindo entretenimento midiático… O que o Sr destacaria neste contexto?

O telefone celular está distribuído mundialmente exceto, talvez, para jovens de regiões extremamente pobres. SMS (Short Message Service) é barato e tem uma linguagem e, mesmo cultura de fundo, desenvolvida do estilo telegráfico de se digitar mensagens com o polegar. Textos que podem até ser mais elaborados, mas ainda assim curtos, permitidos por equipamentos mais sofisticados.
Há também os games, os jogos eletrônicos. Há muitos deles, formando a maior indústria de entretenimento atualmente — maior mesmo que a própria indústria cinematográfica — que deve ser interativa, porque o entretenimento na sua maior expressão é em tempo real. Isso significa que a indústria do entrentenimento hoje, sob a égide das novas tecnologias, deve ser participativa, interativa, conectada e imediata. Formas de entretenimento com conteúdos tradicionais como filmes, séries de tv e mesmo livros continuam a ser consumidas, mas, a ação real se dá para os jovens dentro de uma perspectiva do “onde estou”, não em alguma ficção. Nesse sentido, talvez “consumo” não seja a palavra exata. E mais, existem ainda as mídias sociais, tipo Facebook, Orkut e MySpace, e mesmo os metaversos(Second Life, por exemplo) que promovem novos “playgrounds” para os jovens. De uma maneira geral as pessoas parecem não desfrutar de softwares
sociais para interconexões como a garotada, que está no auge dessa onda.

- Como as novas tecnologias estão mudando as maneiras das pessoas se informarem hoje em dia?
Cada um de nós ocupa o centro de uma esfera midiática eletrônica que nos apresenta todo tipo de informação, todo tempo em qualquer lugar. McLuhan propôs que o meio é a mensagem, o usuário é o conteúdo. Isso é verdade: nós estamos no centro de uma completa imersão nas mídias e nos ambientes de informação. As pessoas estão criando suas próprias redes de informação, das mais imediatas(família e amigos), às globais, através de blogs, comunidades virtuais e de softwares sociais. Podemos dizer que as pessoas criam suas próprias informações coletivamente em sites como a Wikipedia, por exemplo. Criam tais informações de modo individual e coletivamente através de sites de tagging social como o del.icio.us ou o Flickr, por exemplo. O conteúdo, o formato e a distribuição da informação mudaram também. As informações são mutimídia, hipertextuais, etiquetadas(tagged), linkadas e interativas.

- Compreendendo toda essa reflexão dentro do que podemos chamar de ecologia da informação, o que devemos considerar quando focamos as universidades dentro do contexto da cultura digital?

Várias reformas deveriam ser empreendidas a fim de permitir às universidades se beneficiarem das redes sociais digitais, adaptando seus currículos e métodos de ensino, do mesmo modo que seus métodos de avaliação, pesquisa e publicação. Mas as universidades não estão com pressa em se integrarem plenamente às novas mídias. Sim, é verdade que existem práticas tais como conteúdos de disciplinas que são dispostos da forma de podcasting, e especulações em torno da Wikiversity, mas os estudantes ainda têm que esperar o fim do lento processo de publicação das suas teses antes que possam postular a um espaço profissional mais expressivo, dentro dos meios acadêmicos. Parece injusto manter jovens doutores estudiosos privados de uma publicação on-line e, desse modo, reduzir as chances de conquistarem mais espaços de atuação, até que seus trabalhos sejam publicados no ritmo de lesma, típico da publicação em papel.

- O Sr. tem viajado por todo o mundo, dando aulas e palestras em diferentes países como os EUA, a Itália, o Brasil, o Japão, dentre outros. O que o Sr. destacaria como importante considerando os diferentes modos como as novas tecnologias estão impactando essas culturas?

Penso que o que é importante para todas as sociedades e também para todas as comunidades locais é o acesso e a garantia de liberdades civis. O fornecimento de comunicação deveria ser uma das responsabilidades principais do Estado, tanto quanto transporte, saúde, segurança e outros serviços básicos. Contudo, observamos interesses variados quanto à adoção de tecnologias de informação e de comunicação por diferentes países. Testemunhamos, por exemplo, por muito tempo — e em vão — a resistência da França contra a Internet para proteger o Minitel. E então, no começo dos anos 90, sua rápida recuperação no que diz respeito às taxas de adoção da Internet. Ou o caso da Itália, onde o acesso à Internet ainda está em um baixo patamar, de 31% da população, quando comparado aos 78% na Inglaterra. A conseqüência de qualquer retardo na adoção dessas tecnologias é a promessa de um crescimento econômico menor e mais lento. E
isso se dá porque a capacidade intelectual de um país não está sendo alimentada. É tão contraproducente para um Estado frear ou resistir através das suas leis formas de conectar comunidades, quanto concentrar todas as energias da nação em uma única indústria como a do petróleo. Você precisa de ambos, músculos e cérebro, para por em movimento um país.

- O que o Sr. diria aos pais que estão educando seus filhos hoje? Quais seriam os limites e os direitos de crianças que estão lidando todo o tempo com diferentes tipos de mídias?

Este é o maior desafio da educação. Mas é difícil encontrar professores que irão educar seus alunos para um uso crítico da web. As mídias estão mudando tão rapidamente que as habilidades requeridas para lidar com elas parecem, desde os primeiros dias da web, reservadas às gerações mais novas. O que se pode ver, por exemplo, na idade de Marc Andressen, 19 anos, quando desenvolveu o primeiro browser, o MOSAIC. O único modo dos pais intervirem eficientemente junto às “crianças on-line” é partilhar a experiência com elas de vez em quando, mostrando através de exemplos, usos adequados das mídias e se distanciando um pouco para ver como as coisas vão... dando uma passo atrás para poder ver o quadro como um todo. Como direitos das crianças, acho que são os mesmo que os dos adultos. Quero dizer, você não invade a privacidade delas mais do que como você faz com um vizinho...(rs) O mundo on-line é uma extensão e não uma
contradição ao mundo físico. Mas, como em todas as coisas, há uma aceleração e multiplicação violenta dos efeitos de qualquer meio e, no caso específico da Internet, as possibilidades de se escolher direções erradas estão multiplicadas.

- O que o Sr pensa do papel que teriam, no Brasil, formas de governo eletrônico e móvel como, por exemplo, o uso de celulares para acesso a serviços básicos de cidadania, ou mesmo para votação?...

Eu não conheço a cena política brasileira o suficiente para falar com propriedade sobre isso... Mas, posso afirmar com certeza que, se o Brasil quer alavancar sua economia e assegurar o seu papel como interlocutor no primeiro mundo, como está começando a acontecer, o governo brasileiro deveria considerar a possibilidade de conectar todo o país, começando com grandes concentrações da população como, por exemplo, provendo conectividade de graça para algumas favelas escolhidas sob certas condições, a fim de encorajar o desenvolvimento e a maturação destas comunidades.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Capes investe no jornalismo digital

O Expresso 2222 , pouco atualizado neste primeiro semestre de 2008 por conta de projetos de pesquisa, elaboração de papers, capítulos de livros, aulas e pareceres científicos, traz boas notícias.

A primeiro delas é que a Capes aprovou o projeto "O ensino de jornalismo na era da convergência tecnológica. Metodologias, Planos de Estudo e Demandas Profissionais apresentado pela UFBA, UFSC, USP e TUIUTI, ao Edital do Programa de Cooperação Acadêmica (PROCAD)", como destacado no blog do GJOL. Com duração de 4 anos, o projeto tem como coordenador geral o professor Marcos Palacios, da UFBA. Em cada instituição há um coordenador local que pesquisa o jornalismo digital há mais de dez anos. Sou a coordenadora da UTP, Elias Machado da UFSC e Beth Saad da USP.

Entre os objetivos do projeto, estão:
1) Fortalecer as relações já existentes entre os principais pesquisadores do ciberjornalismo no Brasil e estabelecer novos vínculos de colaboração entre as instituções acadêmicas de diferentes regiões do país.
2) Estabelecer a metodologia mais apropriada para o estudo dos diferentes aspectos do ensino do jornalismo digital, um fenômeno que precisa de um refinamento dos instrumentos de análises próprios.
3)Elaborar um estudo sobre o estado da arte das pesquisas sobre o ensino do ciberjornalismo no Brasil, contextualizando-as com as dos demais países do mundo.

Da UTP, também integram a equipe do projeto Kati Caetano (Professora do MCL), Adriana Amaral (professora do MCL), Alvaro Larangeira (Professor do MCL), Ana Cristina Bostelmam (aluna do MCL e minha orientanda) e Maurício Grabowski (aluno de IC do curso de Jornalismo da UTP). É importante ressaltar que todos os alunos e os professores da graduação e da pós-graduação em comunicação da UTP serão beneficiados, pois docentes envolvidos no projeto visitarão a nossa IES para ministrar cursos, participar de reuniões do JORXXI e debater o ensino do jornalismo digital.

A segunda delas é que o trabalho desenvolvido no projeto Jornalismo na Internet: um estudo comparado do cirbemeios da Espanha e do Brasil, apoiado pela Capes/DGU, já se prepara para o II Cóloquio Internacional sobre Jornalismo na Internet, que será realizado na UNB no final deste ano. O projeto deve continuar em 2009. O pedido de prorrogação do projeto foi encaminhado pelos coordenadores Marcos Palacios e Javier Diaz Noci para ambos os países.

O trabalho é grande, mas também bastante produtivo pela troca de experiências e discussões de alto nível. Ainda sobre o PROCAD, gostaria de agradecer Elias Machado, Tattiana Teixeira e Marcos Palacios. Os três tabalharam muito no projeto.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Que som tem Curitiba?

Professor não é uma profissão fácil. Mas tem lá as suas vantagens. Na minha disciplina optativa "Web Rádio Interativa" do Mestrado em Comunicação em Linguagens, por exemplo, eu aprecio muito os resultados do trabalho teórico-prático elaborado pelos alunos. Todo ano eles produzem um programa para a rede mundial de computadores com um tema diferente e com o seguinte desafio: elaborar um programa que valorize o local e utilize as potencialidades da Internet.

Para turma de 2007, inspirada num estudo da professora Cida Golin (UFRGS), pedi para que eles perguntassem para as pessoas que som tinha Curitiba. A idéia era editar um material que valorizasse mais o áudio, mas que não deixasse de utilizar alguns sistemas de comunicação da Internet. Eu gostei muito do resultado. Confiram o slide show "sons que tocam".

Na era da convergência dos meios



A jornalista Suzana Barbosa, que faz seu pós-doc em Santiago de Compostela, acompanha bem de perto as produções espanholas sobre convergências de meios. Para saber o que foi discutido no IX edição do Jornalismo Digital, ela recomenda que as pessoas leiam as comunicações do evento. O livro do congresso pode ser acessado, de modo gratuito, em pdf aqui.

Entre as comunicações, estão "Herramientas y metodología en la docencia universitaria de ciberperiodismo: problemas y desafios", dos professores da Universidade de Santiago de Compostela Manuel Gago, Xosé López e Xosé Pereira (Grupo Novos Medios); "Los efectos del periodismo participativo: espacios y temas ciudadanos en la agenda informativa de la ciberprensa", de Ainara Larrondo Ureta e Santiago Tejedor Calvo; "Ciudadanos, no periodistas", de Elena Real Rodríguez, Pinar Agudiez Calvo e Sergio Príncipe Hermoso; "El periodista, creador digital", de Silvia Jiménez Martín, entre outros.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Fim de férias...Volta às aulas com Mark Briggs

As minhas férias acabaram em janeiro, mas por conta das atividades acadêmicas de início de ano não consegui postar. A Adriana, nesse período, enviou algumas dicas legais que devem ser conferidas, como a micronarrativas do jornalismo on-line e as bolsas da Fundação Carolina.

Essa próxima semana volto para a sala de aula. Aos meus alunos, indico um livro: Jornalista 2.0, de Mark Briggs. O autor descreve o trabalho do jornalista com as novas tecnologias e o que fazer para explorá-las de forma criativa. O livro tem uma versão em português. E o download é gratuito. A dica é do Claudio Barizon, do O Globo Online.